Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Desiquilibrios

A disparidade desta noticia não está no seu título. Aliás, a este respeito, é natural que por questões culturais e sociológicas a tourada tenha mais espectadores que os concertos de música erudita.

 

O que é grave são os desiquilibrios manifestos entre a oferta da grande Lisboa em comparação com o resto do país.

 

Sem uma politica de descentralização cultural, uma politica que incentive e promova  a itinerância dos espectáculos culturais a coisa não vai lá.

publicado por Sérgio de Azevedo às 09:52
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Sinais dos tempos

Os efeitos da recessão já há muito que se sentem nos media. Arrisco dizer que foram os primeiros a sentir a crise, uma vez que vivem sobretudo do mercado publicitário que, hoje, se encontra numa queda vertiginosa.

 

Desta vez a noticia vem de Espanha. O jornal gratuito "Metro" vai deixar de estar em circulação no mapa espanhol. O que me leva a questionar por quanto mais tempo sobreviverão as revistas especializadas, os gratuitos e os já tradicionais diários e semanários portugueses?

 

Conseguirão as empresas que detêm os títulos suportar as suas estruturas face à retracção do mercado?

 

Tenho dúvidas. Mas o que é certo é que 2009 será o ano de todos os fechos. Poucos celebrarão a entrada em 2010 com vida.

 

Como é que é possível haver ainda viabilidade e espaço para um novo título, por muito "sólido" que seja o seu investimento inicial?

publicado por Sérgio de Azevedo às 09:52
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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Lembranças

Estes dias agitados só me fazem lembrar disto

 

 

publicado por Sérgio de Azevedo às 09:50
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Importa-se de repetir?

"só soube da existência do Banco Insular há alguns meses pelos jornais" 

Dias Loureiro - Ex-Administrador da Sociedade Lusa de Negócios

publicado por Sérgio de Azevedo às 09:50
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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Importa-se de repetir?

"A derrota do projecto do CDS será a vitória da agenda reformista do Governo. (...) Será a vitória dos deputados livres que não se deixam chantagear, daqueles que não estão na câmara corporativa a defender interesses profissionais, estão na Assembleia da República a defender os interesses dos portugueses"

Augusto Santos Silva - Ministro dos Assuntos Parlamentares

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:09
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Pergunta indiscreta

Não querendo lançar insinuações nem desrespeito sobre ninguém, pergunto o seguinte:

 

Como seria a reacção geral mediática se isto fosse um caso que ligasse um familiar do  Primeiro Ministro Santana Lopes ao processo, um famoso escritório de advogados com associados próximos do PSD e ainda, imagine-se que havia a suspeita de atitudes menos claras de um antigo Ministro de Durão Barroso num negócio?

 

Imaginemos que o Governo em vez de PS era PSD? Imaginemos que as suspeitas recaiam sobre personalidades do PSD e não do PS?

 

Será que o silêncio era este? Não se tinha já exigido explicações sobre o assunto? Será que reinava o medo na comunicação social em pedir explicações?

 

Será?

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:09
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João Bernardo. Conhece?

 

Este é João Bernardo. João Bernardo é professor de profissão e agora exerce a função de Deputado à Assembleia da República. João Bernardo, ou "Bernas" para os amigos, foi ainda Vice Secretário Geral do Sindicato Nacional e Democrático dos Professores. João Bernardo é militante socialista.

 

João Bernardo até hoje assumiu-se sempre ao lado dos professores. Assumiu-se com ele próprio. Votou sempre contra este modelo de avaliação proposto pelo Governo. Não interessa aqui discutir o modelo. Interessa discutir João Bernardo.

 

Dizem-me que João Bernardo se vendeu. Que sem se saber bem porquê, vai deixar de estar ao lado dos seus colegas professores, para estar ao lado dos seus colegas deputados e militantes socialistas.

 

João Bernardo provavelmente está a caminho da reforma. Da de professor claro! Porque a de Deputado ainda vem longe. João Bernardo trocou uma questão politica de relevante interesse nacional pela sua permanência no parlamento.

 

Como dizia o outro "Quem se mete com o PS leva" Bernardo não chegou a levar, mas também teve medo de tentar.

 

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:09
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Má noticia

Qimonda, maior exportador nacional, abre falência

Obviamente mais uma má noticia. Especialmente quando se trata de uma empresa de investigação e tecnologia um dos sectores, relembro, considerados pelo Governo de extrema importância.

 

Já agora convém perguntar se, caso feche as portas, os subsídios atribuidos pelo Governo para a produção de células solares têm retorno?

 

 

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:09
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Mais um motivo para ajudar o PS a pensar

Reiterando tudo o que escrevi aqui, corroborando o que foi dito aqui. A Gulbenkian dá-nos mais um bom exemplo de como a criação de hábitos de leitura são essenciais ao desenvolvimento.

 

Uma iniciativa para o PS reflectir... Apesar das megalomanias do Dr. Lopes, claro!

 

Já agora, ainda não avisaram a malta?

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:15
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2 perguntas

Se amanhã for aprovado o projecto-lei proposto pelo CDS-PP, uma das politicas estruturais e mais importanyes do Governo é posta em causa. Não só pela oposição, mas também por elementos da bancada socialista que tutela uma maioria parlamentar que suporta o Governo. Só assim é que se reunem condições para a aprovação do diploma.

 

Pergunta 1:

 

Tendo em conta a importância da matéria pedirá ou não, o Governo, uma clarificação aos portugueses sobre as politicas que tem, com tanta veemência, vindo a desenvolver? Ou seja, reflectirá o Governo no fim de semana, sobre as condições que lhe restam para governar o país?

 

Pergunta 2:

 

Não será isto uma escapatória para termos eleições antecipadas, conforme desejo do secretário-geral do PS? Por contra-posição à do Presidente da República?

 

Talvez... mas é possivel.

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:15
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Prioridades

Para o PS o projecto provavelmente será rotulado como uma megalomania desnecessaria de Santana Lopes. Para a populaça em geral seria um bom projecto. Porque estar na vanguarda do futuro é também ter infraestruturas que nos permitam saber mais, conhecer mais, estudar mais e com melhores condições.

 

É obvio que para o PS nada disto importa. Aliás em termos de cultura, inovação e conhecimento o PS deixa muito a desejar. Veja-se o "veto" da Câmara Municipal de Lisboa à ampliação do Museu do Coches.

 

É na classificação das prioridades que se distinguem os dois maiores partidos. Em Lisboa, sobre esta matéria, as diferenças são obvias.

 

Já agora convinha terem avisado a malta!

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:15
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Dias dificeis

 

 

Mais do que para Mário Lino, este relatório parlamentar é um problema para José Sócrates. Sobretudo porque, desta vez, não foi a oposição a atestar a incompetência, mas sim a maioria parlamentar que suporta o Governo. Ou seja, o PS.

 

O desgoverno é completo.

 

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:15
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Falhanço

Orçamento suplementar prevê mais 45 mil desempregados entre 2008 e 2009

 

Começa a ser cada vez mais evidente a falta de rumo que o país levou nestes últimos 3 anos e meio. Para quem prometeu 150.000 empregos está quase a atingir o numero no inverso.

 

Um falhanço completo do governo que transformará 2009 num dos anos mais difíceis e descontrolados desde que há memória.  

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:16
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Construir Ideias

publicado por Sérgio de Azevedo às 14:54
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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Saldo positivo

Ainda que se conteste a forma como Manuela Ferreira Leite tenta passar a mensagem ou até mesmo o estilo com que o faz, é inegável que ontem deu uma entrevista séria onde, pela primeira vez, não fomos atordoados com maiores ou menores metáforas ou recursos estilisticos cuja entropia está demasiadamente comprovada.

 

Ontem, MFL descortinou um pouco da sua estratégia para o país. Contrapôs Sócrates nos assuntos onde a fragilidade do Primeiro Ministro é latente, e fê-lo bem. Afinal vai ser nesse caminho, o da economia e finanças, que o debate politico se vai centrar neste periodo pré-eleitoral. E aí, quer gostemos ou não, Manuela, se quiser pode levar vantagem.

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:20
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