Domingo, 23 de Novembro de 2008

Afinal...

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publicado por Sérgio de Azevedo às 19:24
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Sábado, 22 de Novembro de 2008

Importa-se de repetir? (II)

Por muito que José Sócrates tente suprimir a pressão do calendário eleitoral, os seus ministros não deixam.

Há dias assim...

publicado por Sérgio de Azevedo às 00:26
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Desculpe, tem sabão?

"Quem? Oliveira e Costa? Não sei quem é."

 

Adoro assistir às lavagens de mãos...

publicado por Sérgio de Azevedo às 00:18
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Uma piadinha machista

 

Com a introdução das quotas, daqui a um ano também nós teremos as nossas Sarah's Palin.

 

publicado por Sérgio de Azevedo às 00:12
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Vejo nisso um mau indicio.

 

Ao contrário da opinião de Bruno Gonçalves, no Atlântico, tenho duvidas que a escolha de Hillary Clinton para a chefia da administração americana no Mundo tenha sido a opção mais acertada.

Por vários motivos. Desde logo porque Hillary representa quase 19 milhões de votos do universo eleitoral americano, e a sua tendência (aliás mais do que natural para quem tem um peso desta envergadura) caminhará, naturalmente, para uma autonomia politica que poderá quebrar o "momentum" do novo presidente.

Depois, porque Hillary não é um politico de convergências, tem uma visão do mundo muito própria, com ideias muito bem sedimentadas, nalguns casos opostas à doutrina de Obama. Também porque acentua a fragilidade, notória alias durante a campanha eleitoral,  de Obama em matérias de politica externa.

O discurso de uma guerra que nunca deveria de ter acontecido, das tropas fora do Iraque, da conquista do petróleo, etc., constrói-se de palavras muito mais agradáveis do que nos demonstra a realidade.

Por ultimo, porque é um tiro certeiro numa presidência, que aos olhos do mundo, será sempre bicéfala. Um péssimo indicio para quem quer mudar de paradigma.

Daí, entender, que talvez não tenha sido uma "smart moove". Obama tinha muitas hipóteses em cima da mesa, de John Kerry a Bill Richardson, passando por Richard Lugar ou até mesmo Collin Powell.

Nomes, ainda que mais fortes que Obama em matéria de politica externa, que não acentuavam a sua fragilidade, nem o confrontariam em doutrina ou acção.

Obama escolheu o nome mais arriscado. Não para os Estados Unidos, mas para a sua administração. O tempo dirá se valeu o risco. Eu acho que é demasiado elevado.

 

publicado por Sérgio de Azevedo às 23:13
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Navalha na Carne

Vi a "Navalha na Carne" em 2005 no Teatro Há-de Ver (no pequeno Centro Comercial City, se a memória nao me falha) interpretada por José Carlos Pereira, Rui de Sá e Rosa do Canto (num magnifico desempenho), adaptada por Francisco Nicholson e encenada por João Loy.

A peça trata a disputa de afectos e poder de três personagens do sub-mundo, numas pequenas quatro paredes de uma pensão barata. Uma peça de intervenção com um ritmo alucinante e sufocante do inicio ao fim.

"Navalha na Carne"  volta à cena, com outro elenco, no teatro Amélia Rey Colaço em Algés

publicado por Sérgio de Azevedo às 09:38
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Um Mundo verdadeiramente catita.

 

 

 A estreia de "Um Mundo Catita" fez-me recordar os tempos de uma juventude mais inconsciente e desprendida de obrigações. Apesar de definida como uma "viagem ao imaginário de Manuel João Vieira, em que os sonhos se misturam com uma cinzenta realidade", "Um Mundo Catita" é muito mais do que isso. Uma nota especial para Filipe Melo (produtor e argumentista) que depois de "I'll see you in my dreams" brinda-nos com mais um pouco do seu brilhantismo. A não perder.

publicado por Sérgio de Azevedo às 09:38
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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Porquê?

 

Gostava de saber o porquê do secretismo da Câmara Municipal de Lisboa à volta da reforma das competências e estatutos da Agência da Baixa Chiado?

Talvez, por ser tão simples e transparente é que vamos ter isto.

Como por exemplo, gostava de saber se é verdade que o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa insiste em nomear como director executivo da agência um administrador do grupo espanhol Regojo apenas porque o grupo vai abrir uma Megastore da Massimo Dutti na baixa?

Ou ainda gostava de saber porque é que o Presidente António Costa quer delegar competências de higiene urbana, licenciamentos de actividades e segurança na agência, tornando a Baixa-Chiado num nicho de interesses empresariais privados?

Porquê?

publicado por Sérgio de Azevedo às 15:33
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Começa a pressão do calendário eleitoral.

Conselho de Ministros estraordinario convocado para esta tarde. Das três uma. Ou Sócrates chama a si a mediação do conflito, ou demite a Ministra, ou mantêm o governo inflexivel. Começa a pressão do calendário eleitoral. Esperamos para ver.

publicado por Sérgio de Azevedo às 15:09
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O mundo encantado de Luis Filipe Menezes

A bem da transparência na politica, era bom perguntar-se a LFM porque é que só agora denuncia as "criticas ameaçadoras" de que foi alvo quando era lider do PSD. Isto de denunciar depois da corrida ao poder ter acabado tem muito que se lhe diga... 

publicado por Sérgio de Azevedo às 12:47
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E vão 5

 

Com uma hora e pouco de jogo já estamos a levar 5. Fica o consolo da incursão brasileira...

publicado por Sérgio de Azevedo às 01:42
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Ainda bem.

 

Depois de "A Capital", do saudoso "Indy", da "Focus" e do excelente livro "A ascensão ao poder de Cavaco Silva" (o melhor do género!)  Adelino Cunha assume funções no JN.

 

O jornal ficará, com certeza, mais rico. Adelino, para ti, um forte abraço.

publicado por Sérgio de Azevedo às 21:29
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"A vergonha de não ter vergonha na cara"

Excelente este texto do jornalista João Miguel Tavares.

publicado por Sérgio de Azevedo às 12:45
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Doces ou salgadas?

Duvido, que ainda haja quem tenha paciência para as loucuras de Luis Filipe Menezes. Das poucas coisas que retenho da liderança de LFM foi que ia "comer pipocas", como alias o proprio teve oportunidade de dizer a Mario Crespo numa especie de entrevista de despedida. Pelos vistos não comeu as suficientes...

publicado por Sérgio de Azevedo às 11:11
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Uma questão de estilo.

Desde cedo que se sabia que a vida não seria fácil a Manuela Ferreira Leite. A par da sua figura austera e distante, tinhamos um PSD em ruinas, sem credibilidade, alicerçado numa espécie de fase "auto-poietica", numa especie de culto a uma especie de lider, sem a minima preocupação em cumprir as funções elementares de um partido alternativo de poder.

 

Podia gostar-se, ou não, de MFL mas era comummente aceite que, apesar da sua imagem ser contrária ao paradigma do politico moderno, quando falava fazia-o com propriedade e seriedade, facilmente confundido até com verdade. Era esta a mais valia de Ferreira Leite. A segurança que transmitia quando falava sobre determinado assunto.

 

De forma increditavel, MFL esbarra numa frase infeliz e pouco aceitável. Ainda para mais, tratando-se de uma candidata a primeiro-ministro.

 

Dizia hoje o editorial do DN, que o discurso é uma parte do que é um bom politico, e é verdade. MFL não deve mudar de estilo. O recurso a figuras de estilo nos discursos nunca foram um modelo que adoptasse. Dela espera-se a frieza e a abordagem directa das questões. Esta tentativa de mudança forçada, e mal aconselhada, de imagem não lhe cai bem, nem tão pouco é isso que se espera, sob pena de ninguem entender o sentido das coisas, como alias aconteceu.

 

O que é certo, é que, com confusões destas, as hipoteses que conquistar as eleições em 2009 são cada vez menores, até mesmo pela questão temporal e pela incerteza do calendário, uma vez que serão três os actos eleitorais no proximo ano.

 

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:32
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