Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

Insucessos

Os insucessos de Scolari no Chelsea são directamente proporcionais aos insucessos da Selecção Nacional de Futebol.

 

Percebeu? Sr. Madail...

publicado por Sérgio de Azevedo às 17:02
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Quando pensamos que são só os bancos...

Pedro Proença não fez jus ao seu antigo cartão de sócio do Benfica e menos ainda ao estatuto de membro de restrito grupo de árbitros portugueses de elite. Castigou o francês Yebda com um penálti falso como Judas (foi ludibriado por Lisandro) e que permitiu ao FC Porto empatar o clássico do Dragão (1-1) e manter-se na frente do campeonato.

 

... os arbitros provam-nos o contrário.  

publicado por Sérgio de Azevedo às 10:02
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Boa finta

Paulo Futre, antigo internacional português de futebol, conseguiu vencer o Estado português em tribunal e obter uma indemnização superior a 40 mil euros por uma liquidação adicional de IRS que lhe havia sido feita de forma errada pela Direcção--Geral dos Impostos (DGCI).

 

Boa finta!

publicado por Sérgio de Azevedo às 09:35
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

A Cultura

Esta noticia confirma a falta de intervenção estratégica que os sucessivos governos portugueses tiveram em relação às politicas culturais. As palavras de Carrilho são bonitas mas não convencem. Sobretudo não convencem quem vive da promoção e produção cultural que de ano para ano vê os incentivos a diminuírem, as politicas fiscais a aumentarem e os públicos a desaparecerem. Nós, deste lado, como espectadores sofremos também a consequência da escassez e da falta de diversidade na oferta, quer estejamos em Lisboa ou pior, se estivermos em qualquer outro ponto do país.

 

Antes de aumentos de orçamentos, ou de reforços de verbas é preciso que se defina que papel deverá ter o Estado na promoção e incentivo à produção de espectáculos culturais. è certo que a museologia, a conservação do património, a divulgação da língua têm sido a pedra toque do intervencionismo estatal na cultura. Mas cultura não é só isso.

 

Onde estão os apoios reais para os novos criadores? Onde está a revisão da lei do mecenato cultural? Onde está a reabilitação de alguns espaços culturais importantes? Onde está a descentralização de competências para as autarquias quer na promoção e incentivo à produção cultural, quer na reabilitação do património e até mesmo na sua própria gestão?

 

As palavras de Carrilho, acreditando na sinceridade que as reveste, são só palavras. Falta a acção. Faltou-lhe a acção quando tutelou a pasta.

publicado por Sérgio de Azevedo às 09:35
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